sábado, 14 de janeiro de 2023

Cadê aquela menina que ouvia enigma, cocteau twins e lia sobre bruxaria?

Por onde ela anda? Onde ela foi parar? 

Talvez tenha passado por ruas e bares lotados de sorrisos, vinho quente e cerveja gelada. Talvez tenha deixado que a vida a engolisse. Onde sua única espera é de reconhecimento(e sinceramente, pra quê?) Isso nunca foi importante pra aquela menina que ouvia Enya e dançava pra o ventre - ela lia sobre astrologia, lia poemas e estudava história. Por onde ela foi parar?

Talvez tenha deixado um pedaço dela em cada esquina - perdeu-se.




 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O de hoje.

Achei outro. Amém!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu tento olhar ao meu redor e não consigo. Quero ver outras pessoas e não enxergo. Quero "querer" e não tenho vontade. Por onde eu me perdi?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ma me mi comigo

Eu gosto daqui porque ninguém me ver  (com exceção das amigas, claro, que sempre estão ocupadas) rsrsrs.
Fazia tempo que não passava por aqui. Na verdade, sempre passava mas, me faltava coragem. Muitas coisas aconteceram :perdi, ganhei, perdi novamente e ganhei de novo. E  assim vou.  Sendo amada de longe, odiada de perto e ludibriada de verdade, por mim, claro. E ainda roubaram a porra da minha vodka russa(ou será que bebi e não lembro hein?

domingo, 28 de março de 2010

E mais uma vez acabei nos teus braços.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sinceramente...

...melhor ser feliz do que ter razão.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

conto de fada da era pós moderna



de blog alheio

era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente
e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava
em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
ecológicas, se deparou com uma rã.

então, a rã pulou para o seu colo e disse:
linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. mas, uma bruxa má
lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. um beijo teu, no
entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e
constituir um lar feliz no teu lindo castelo. a minha mãe poderia vir morar
conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas,
criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

e então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco,
a princesa sorria e pensava:
'nem
fo...den...do!'.